Dúvidas
Normalmente, DOR é consequência de algum distúrbio em algum órgão ou sistema do nosso organismo, sendo quase sempre possível estabelecer uma correlação entre eles. Múltiplas causas podem dar origem à DOR, como por exemplo, ferimentos, queimaduras, fraturas, inflamações, distensão ou estreitamento de vísceras ocas, ou alteração de função de um órgão, da circulação sangüínea, e tantas outras mais. Muitas pessoas tendem a ignorar alguma dor que sentem, não dando a ela a devida importância. É preciso lembrar sempre que DOR é um aviso do nosso organismo, querendo informar-nos de que algo não está bem. DOR é, por isso mesmo, um importante mecanismo de defesa e de preservação da nossa vida.
São médicos que cursam seis anos de Universidade e que se submetem a mais dois ou três anos de especialização em Centros de Ensino e Treinamento (CET). Ao concluir, são submetidos a uma prova nacional de avaliação e, somente após a aprovação são reconhecidos como especialistas pela Sociedade Brasileira Anestesiologia (SBA), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina, no caso da Bahia, o Cremeb. Após cumprir essas etapas, o médico é considerado apto para desempenhar a função de anestesiologista pondo em prática os conhecimentos adquiridos.
Os riscos existem, mas atualmente são muito raros os acidentes ou complicações de uma anestesia. Com a utilização de medicamentos, instrumental e técnicas modernas, o anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos, mas e claro que eles nunca chegam a zero. Fatores algumas vezes imponderáveis ligados não só à anestesia, mas com a própria operação e às condições hospitalares além de outras podem interferir no sucesso ou no resultado de uma anestesia, mas o anestesiologista, além do conhecimento e da especialização, emprega toda sua perícia e experiência clínica para obter o sucesso completo da operação a que você está se submetendo. Para maior segurança dos pacientes, os hospitais modernos contam com equipes e equipamentos próprios para emergências e cuidados críticos, o que reduz mais ainda os riscos de acidentes graves incontornáveis.
Todas as pessoas têm medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas milhares de vôos são realizados no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a ter mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo mundo, com toda segurança. E é por isso que você deve exigir que somente um anestesiologista qualificado lhe examine antes da operação, lhe oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito as ansiedades.
Primeiro, o anestesiologista o examinará, prestará informações e orientará sobre a anestesia. Alguns exames de laboratório e de Raio X poderão ser necessários. Os preparativos da enfermagem a pedido dos médicos podem incluir raspagem dos pelos na região da operação, algum remédio e muita atenção. Na noite anterior e cerca de uma hora antes da operação, dependendo do dia e horário de sua internação, é provável que você receba algum comprimido ou uma injeção de sedativo, para tornar mais confortável para você o transporte e a chegada ao Centro Cirúrgico.
Não coma nem beba qualquer coisa, pelo menos oito horas antes da operação, nem mesmo água. É para ficar em jejum mesmo! Conte ao anestesiologista os nomes de todos os remédios que você toma ou tomou regularmente. Em especial, enumere aquele aos quais você tem ALERGIA. Serão removidas de sua boca quaisquer peças dentárias móveis como dentaduras, pivôs, pontes, especialmente as de menor tamanho. Não use cosméticos ou produtos de beleza no dia da operação. Não leve para o hospital, nem mesmo para a sala de operação, jóias pessoais como anéis, pulseiras, relógios de pulso, brincos, como também alfinetes, grampos de cabelo, perucas, cílios postiços e outros objetos desnecessários. Não mastigue gomas de mascar antes da cirurgia, porque isso provoca o aumento de sucos no estômago, o que pode causar vômito depois da operação. Para quem é fumante, uma recomendação especial: o ideal é parar de fumar pelo menos 15 dias antes da operação. Não sendo possível isso, o número de cigarros fumados deve ser reduzido ao máximo: um a cada 4 ou 5 horas. Siga, de forma obediente, as orientações dos seus médicos.
Quando termina a cirurgia, o anestesiologista suspende os anestésicos e inicia-se o processo de recuperação. Isto pode demorar alguns minutos ou algumas horas dependendo da duração e do tipo da anestesia aplicada. Durante este tempo você estará sob os cuidados de pessoal qualificado para evitar complicações e surpresas. Você ficará na Sala de Recuperação Pós-Anestésica, dentro do bloco cirúrgico, até estar completamente desperto e recuperado. Só aí é que o anestesiologista dará a autorização para que você seja levado de volta ao seu quarto. Nos casos de grandes operações, que causam grande sofrimento, você poderá ser levado para uma sala de cuidados mais atentos, para que não haja sofrimento ou risco. Se isso tiver que acontecer, o anestesiologista lhe explicará antes.

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Normalmente, DOR é consequência de algum distúrbio em algum órgão ou sistema do nosso organismo, sendo quase sempre possível estabelecer uma correlação entre eles. Múltiplas causas podem dar origem à DOR, como por exemplo, ferimentos, queimaduras, fraturas, inflamações, distensão ou estreitamento de vísceras ocas, ou alteração de função de um órgão, da circulação sangüínea, e tantas outras mais. Muitas pessoas tendem a ignorar alguma dor que sentem, não dando a ela a devida importância. É preciso lembrar sempre que DOR é um aviso do nosso organismo, querendo informar-nos de que algo não está bem. DOR é, por isso mesmo, um importante mecanismo de defesa e de preservação da nossa vida.
São médicos que cursam seis anos de Universidade e que se submetem a mais dois ou três anos de especialização em Centros de Ensino e Treinamento (CET). Ao concluir, são submetidos a uma prova nacional de avaliação e, somente após a aprovação são reconhecidos como especialistas pela Sociedade Brasileira Anestesiologia (SBA), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina, no caso da Bahia, o Cremeb. Após cumprir essas etapas, o médico é considerado apto para desempenhar a função de anestesiologista pondo em prática os conhecimentos adquiridos.
Os riscos existem, mas atualmente são muito raros os acidentes ou complicações de uma anestesia. Com a utilização de medicamentos, instrumental e técnicas modernas, o anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos, mas e claro que eles nunca chegam a zero. Fatores algumas vezes imponderáveis ligados não só à anestesia, mas com a própria operação e às condições hospitalares além de outras podem interferir no sucesso ou no resultado de uma anestesia, mas o anestesiologista, além do conhecimento e da especialização, emprega toda sua perícia e experiência clínica para obter o sucesso completo da operação a que você está se submetendo. Para maior segurança dos pacientes, os hospitais modernos contam com equipes e equipamentos próprios para emergências e cuidados críticos, o que reduz mais ainda os riscos de acidentes graves incontornáveis.
Todas as pessoas têm medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas milhares de vôos são realizados no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a ter mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo mundo, com toda segurança. E é por isso que você deve exigir que somente um anestesiologista qualificado lhe examine antes da operação, lhe oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito as ansiedades.
Primeiro, o anestesiologista o examinará, prestará informações e orientará sobre a anestesia. Alguns exames de laboratório e de Raio X poderão ser necessários. Os preparativos da enfermagem a pedido dos médicos podem incluir raspagem dos pelos na região da operação, algum remédio e muita atenção. Na noite anterior e cerca de uma hora antes da operação, dependendo do dia e horário de sua internação, é provável que você receba algum comprimido ou uma injeção de sedativo, para tornar mais confortável para você o transporte e a chegada ao Centro Cirúrgico.
Não coma nem beba qualquer coisa, pelo menos oito horas antes da operação, nem mesmo água. É para ficar em jejum mesmo! Conte ao anestesiologista os nomes de todos os remédios que você toma ou tomou regularmente. Em especial, enumere aquele aos quais você tem ALERGIA. Serão removidas de sua boca quaisquer peças dentárias móveis como dentaduras, pivôs, pontes, especialmente as de menor tamanho. Não use cosméticos ou produtos de beleza no dia da operação. Não leve para o hospital, nem mesmo para a sala de operação, jóias pessoais como anéis, pulseiras, relógios de pulso, brincos, como também alfinetes, grampos de cabelo, perucas, cílios postiços e outros objetos desnecessários. Não mastigue gomas de mascar antes da cirurgia, porque isso provoca o aumento de sucos no estômago, o que pode causar vômito depois da operação. Para quem é fumante, uma recomendação especial: o ideal é parar de fumar pelo menos 15 dias antes da operação. Não sendo possível isso, o número de cigarros fumados deve ser reduzido ao máximo: um a cada 4 ou 5 horas. Siga, de forma obediente, as orientações dos seus médicos.
Quando termina a cirurgia, o anestesiologista suspende os anestésicos e inicia-se o processo de recuperação. Isto pode demorar alguns minutos ou algumas horas dependendo da duração e do tipo da anestesia aplicada. Durante este tempo você estará sob os cuidados de pessoal qualificado para evitar complicações e surpresas. Você ficará na Sala de Recuperação Pós-Anestésica, dentro do bloco cirúrgico, até estar completamente desperto e recuperado. Só aí é que o anestesiologista dará a autorização para que você seja levado de volta ao seu quarto. Nos casos de grandes operações, que causam grande sofrimento, você poderá ser levado para uma sala de cuidados mais atentos, para que não haja sofrimento ou risco. Se isso tiver que acontecer, o anestesiologista lhe explicará antes.